quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Preconceito sem tamanho no colégio SESI


Sem muitas palavras apenas com muita indgnação venho por este mostra-lhes o relato de um preofessor que viu seus alunos serem maltratados piscicologicamente por serem gays e ainda perdeu o emprego por tentar defende-los:

Relato preconceito colégio Sesi – Bandeirantes

Desde minha entrada no colégio, por meio de concurso, com prova escrita, análise de currículo e entrevista, feito por Curitiba, percebi resistência por parte da coordenadora Kelen Juliana Ferreira e da Pedagoga Vania Ferreira Sakiyama. Ambas, por muitos episódios mostravam resistência ao meu trabalho, sem motivo aparente, porém minha orientação sexual era o verdadeiro motivo de não me quererem no colégio.

Inicialmente, chamaram minha atenção por coisas sem sentido, risíveis, como por exemplo o fato de, em horário de almoço, eu sempre sentar ao lado da professora de inglês Susete (que é minha amiga pessoal, anterior a entrada no colégio). Quando eu tentava argumentar que, no horário de almoço, eu não estava trabalhando (aliás o fato era fora do colégio, em restaurantes da cidade), eu ouvia como resposta que eu não acatava o que me estava sendo dito. Foram várias “broncas” por motivos como esses que não tinham nada a ver com questões do colégio.

O fato de eu ser amigo pessoal da professora de inglês inclusive foi tema de uma reunião de sábado pela manhã, onde das 09 as 13 foi discutido, sendo que cada professor, mais a pedagoga e a coordenadora falaram sobre. Foi uma reunião onde a professora de inglês e eu fomos muito humilhados por horas, sem direito a argumentação.

As coisas começaram a piorar quando, em uma reunião, por volta de março ou abril, a coordenadora geral disse que os professores não deveriam conversar com os alunos gays sobre questões sentimentais, se estes procurassem orientação, mesmo em horário fora de aula. Eu levantei a mão na reunião e perguntei: e se os alunos heteros quiserem orientação? A coordenadora respondeu que nesse caso seria diferente, pois a sociedade aceita. Eu tentei argumentar que o colégio poderia ser visto como homofóbico por fatos como esse, mas fui “abafado” pelo coro que se levantou a favor do argumento da diretora. A partir de então, as coisas foram piorando. Sempre arrumavam motivo para chamar minha atenção, ainda que não fizesse sentido o que falavam.

Outro fato que desagradou a direção foi que eu fui contra um posicionamento do colégio de incentivar um aluno, obviamente gay, a ficar com meninas. Eu disse que isso poderia só confundir mais a cabeça dele e gerar mais traumas para o futuro. Entretanto, eu sempre era tido como “rebelde” por, simplesmente, expressar minha opinião. Outra aluna, recentemente, me contou que, no ano de 2010, antes de meu ingresso no colégio, ela “ficava” com meninas e que a coordenadora Kelen chamou ela, por diversas vezes, em sua sala, para tentar faze-la mudar de ideia. Além disso, a coordenadora disse à aluna que muitos deixavam de se matricular no colégio por saber que ela estudava lá, pressionando e humilhando a mesma por sua escolha. Este fato reforça a homofobia existente dentro desse colégio.

Há cerca de 15 dias, em reunião com a coordenadora e pedagoga, a primeira me disse que vários alunos procuraram ela para dizer que eu não servia para ser professor. Como eu tinha mudado de disciplina (português para espanhol) e muitos alunos me pediam para voltar a dar aula de português, eu questionei quais seriam esses alunos, já que para mim eles diziam que me queriam de volta até na outra disciplina. Ela não quis dizer e ainda argumentou que mais uma vez eu não estava acatando o que ela me dizia. Em pesquisa realizada com os alunos (anônima), eles atribuiram conceitos ao meu trabalho em questões como: o professor demonstra conhecer o conteudo que ministra? O professor mostra interesse pela aprendizagem do aluno? Os conceitos atribuidos pelos alunos poderiam ser Insuficiente, Suficiente, Bom ou Excelente, como os conceitos que eles mesmos recebem. O resultado foi que 11 alunos me atribuiram Suficiente, 54 atribuiram Bom e 53 atribuiram Excelente. Nenhum atribuiu Insuficiente. Os alunos assinaram declaração de que a pesquisa foi realizada anonimamente e sem pressão quanto aos conceitos a serem atribuidos e foram deixados a vontade em suas carteiras, devendo colocar a avaliação respondida em uma pasta, posicionada no fundo da sala, embaralhando as folhas. Mesmo vendo a pesquisa, a coordenadora insistia em dizer que eu não servia para ser professor.

Na mesma reunião, ela me orientou a não contar para os alunos que eu sou homossexual. Eu respondi a ela que não tinha nada a me envergonhar e que quando os alunos perguntavam se eu tinha namoradA, eu respondia que eu estava solteiro, mas procurando um namoradO.

Após esta reunião, onde fui muito constrangido, procurei a gerente geral, Rosângela Perez, pedindo sua ajuda para que tudo melhorasse. Reclamei que eu estava sendo assediado moralmente. A gerente me atendeu bem. Após seu atendimento, foram dias de silêncio até que na terça-feira (01-11-2011) ao chegar para dar aula, a gerente, a coordenadora e a pedagoga, juntas, me chamaram e comunicaram minha demissão, sem justificar o motivo. Disseram que eu não entraria mais em sala de aula, nem para me despedir dos alunos.

No mesmo dia, pela tarde, nas ruas da cidade, vários alunos vieram se lamentar da minha saida e, para minha surpresa, eles se mostravam bravos por eu ter feito acordo para sair. Disseram que as três foram, de sala em sala, dizer que eu sai contente, pois eu tinha muitas propostas de trabalho e que eles não deveriam falar em redes sociais que tinham saudade ou que eu era um bom professor. Segundo os alunos, elas disseram que essas declarações abalariam meu psicológico, por eu ter tido que sair. Além do preconceito contra os homossexuais, os administradores desse colégio tentam abafar o direito de livre expressão de alunos e professores. Só é permitido expressar-se, se a chefia está de acordo com o pensamento.

Outro fato que me recordo do colégio foi meu posicionamento contário a expulsão de um aluno que havia se envolvido com drogas. Eu argumentei que o colégio tinha que fazer seu papel de resgatar as pessoas, de influenciar positivamente e não tomar a postura de abandono dos alunos problemáticos. Afinal, a escola não serve para transformar vidas? Meus argumentos foram ignorados e o aluno foi expulso.

Muitos outros detalhes existem, mas que lembro de forma fragmentada.

Guilherme Sachs

02-11-2011

A Mim, Só cabe agora pedir que isso não fique impne. O trabalho dessa cordenadora deve sim ser questionado.

Basta de homofobia, chega de preconceito.... chega de ver tanta coisa errada e ficar queto...

X.o.x.O Alokaneh!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Brad Pitt: "Estaremos prontos pra defender esse direito"


Na edição desta semana a revista Época publicou uma entrevista com o ator norte-americano Brad Pitt que voltou a defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

À publicação, Pitt reafirmou seu posicionamento a favor desse direito nos Estados Unidos. "Cada vez mais eu e Angelina [a atriz Angelina Jolie] vamos falar mais alto e defender os direitos que os seres humanos têm de viver juntos e felizes. Ninguém deve se meter na vida sexual dos outros. Quem sou eu para opinar sobre o amor de outras pessoas? A vida já é tão difícil sem esse tipo de amarra...", declarou o ator.

Questionado se acredita que o casamento gay será aprovado ainda na administração Obama, Pitt respondeu: "O governo americano deverá encontrar uma instância específica para isso. Talvez pelo Poder Executivo. Obama é uma parte da história. O que vemos hoje nos Estados Unidos é um apelo popular para a aprovação do casamento gay. Estaremos prontos para defender esse direito."

Na entrevista, Brad Pitt também comentou por que gosta de interpretar personagens excêntricos, como o tenente Aldo Raine, protagonista de "Bastardos Inglórios" novo filme de Quentin Tarantino, com estreia marcada para esta semana no país. "Não gosto de fazer o que os outros atores fazem. Se é para fazer igual, deixo que outros façam", afirmou. Para o ator, "não há mais espaço para mocinhos no cinema". "Tudo mudou, até mesmo Hollywood. Hoje querem personagens mais complexos."

A sociedade Precisa de gente assim, que tenha estatos pra poder defender direitos de pessoas que tambem pagam seus impostam mais que perante a lei não tem os mesmos direitos... Um tanto estranho nós cidadãos que pagamos impostos para termos os mesmo direitos necessitamos da ajuda de pessoas que intendem que orientação sexual não é motivo pra tirar o direito de pessoas serem felizes.

Esse assunto de casamento me deixa aborrecida, é tão claro pra mim q deveriamos ter esse direito que quando vejo ou ousso alguem falando q é contra, ou só de lembrar q naum é possivel isso me dá vontade de sair fazendo uma revolução, exigindo igualdade! Quero independencia financeira pra poder mostrar minha cara pro mundo e realizar projetos e sonhos que tenhu! Momento desabafo :D


Fonte: http://www.acapa.com.br

Até logo dessa q vos escreve... alokaneh
X.O.X.O ... ;*

domingo, 9 de agosto de 2009

Personagem Gay nos Quadrinhos?


Algumas das tradicionais gírias gays foram parar nas páginas de histórias em quadrinhos, e não é qualquer história... Foi nas revistinhas da TURMA da MONICA! É daquela turminha que tinha a Monica, o Cebolinha, o Cascão, a Magali... Lembra? Pois eles mesmos, em versão “crescidos” utilizam termos liberais, entre eles estão: babado forte, bofe, se joga, escândalo, pão com ovo, abafa o caso, uó e a louca.

Denise, que era uma personagem secundária na versão Turma a Monica, é quem aprece na 5ª edição da Turma da Monica Jovem explorando o vocabulário gay.

(clic na imagem para ampliar)


Denise agora fixa nas historinhas da turminha tem personalidade forte, embora tenha comportamento mimado e estabanado em algumas situações. A personagem aparece na capa do 5º número da coleção ao lado de Magali e Mônica, vestindo uma blusa roxa, saia rosa e meias listradas vermelha e amarela.

No entanto, as gírias gays não são uma grande novidade nos quadrinhos da Turma da Mônica Jovem. Desde o primeiro número, Magali soltava frases como “tô bege” ou “a louca”.

Quando questionado sobre o fato da personagem utilizar desse vocabulário pelo site do Universo Mix, Mauricio diz: “talvez a Denise tenha amigos gays e assimile o vocabulário. Afinal nossos personagens vivem a vida como ela.”

Em editoriais e informações divulgadas na imprensa, Mauricio de Sousa afirma que nestas novas aventuras os personagens vivenciarão temas adequados para a idade, como namoros, violência, drogas e sexo. Seria interessante que ele coloca-se um personagem gay na trama, já que essa ordem sexual é realidade.

No site emdianews.com.br diz que, segundo Mauricio, tem muita gente pedindo um personagem homossexual na TMJ "tem gente pedindo para eu criar personagem gay. Esse tema é muito novo (e ainda polemico). Se essa tendência continuar será natural ter um homossexual na Turma. Não devemos levantar bandeira, devemos SEGURAR a bandeira que ela já está passando. Foi com essa fórmula que construí a minha carreira", enfatizou o desenhista.

Estarei na torcida para q TMJ venha a ter conflitos gays, como aceitação por amigos, pela família, ia ser interessante pra garotada que vem vindo ai cheias de duvidas e conflitos internos, o difícil é acreditar que os pais iam continuar comprando essas revistinhas para seus filhos depois de lerem o titulo o tipo: TMJ em: O Outing de Denise. Mias enfim, a sociedade precisa mesmo é derrubar paradigmas como os que sugerem que uma criança ao ver GAYZISSE na TV ou em revista venha a se tornar gay, a idéia de uma TV ou uma revista abordar assuntos assim não é transformar uma nova geração pro seguimento GLBTT, e sim trazer tolerância e respeito para com essas pessoas. Se a abordagem de temas como esse forem cada vez mais frequentes e mais profundos também neh!?! Com certeza a sociedade começa a entender a normalidade da situação.


Até logo dessa q vos escreve... alokaneh

X.O.X.O ... ;*